sábado, 10 de julho de 2010

São sete e meia de uma manhã de sábado, tudo o que eu queria era ter sono, enquanto todo mundo dorme, minha cabeça fervilha, e nada de sono.
Ja nem sei mais se isso se trata de amor ou ego ferido. Qual mal seja, que passe. Triste admitir, não creio que seja de amor que estou sofrendo, ja morri de amor e sei que não é isso o que estou sentindo.
Nesses tempos me vejo às voltas com os seres do sexo oposto, os machos de minha espécie são, definitivamente, previsíveis. Todos eles objetivam um algo em comum, e isso deixou de me irritar possessamente, e se tornou quase que uma arma poderosa para mim. Então, você conhece um cara, sai algumas vezes com ele e, depois que ele ta na tua, você passa a controlá-lo através de uma simples promessa. Então você conhece vários caras, sai com eles (um por vez) e, quando eles estão na tua, passa a controlá-los através de simples promessas. No singular ou no plural (este último eu garanto, bem melhor, mais opções) funciona muito bem! Não estamos iludndo nunguém, lembrem-se sempre "você tem que dizer para a pessoa aquilo que ela quer ouvir" seja um simples "claro!" ou um complicado "eu te amo".