Gosto do som do cavaquinho, do batuque do tan-tan, da roda de samba, do calor do pagode. Eu sou da cor do Brasil, minha genética é afro-descendente, sou mil e uma etnias numa raça só.
Sou a flor negra do cerrado nordestino, a oriental mulata do Sul, eu sou filha do café com leite, a índia dos orixás, eu sou brasileira. Não ha que se distinguir, somos o que somos, todos iguais "sem distinção de cor, raça, sexo ou religião".