sábado, 3 de abril de 2010



Eu te amo.

Não é Shakespeare, não é Drummond nem Platão, sou simplesmente eu, que te amo. E se não for de amor, por amor e com amor não vou querer essa vida. Se não for ao seu lado, com você, por você também não vou querer amor. Porque, de que me adianta, se não for esse amor que me mata, esse amor elixir que me consome. De que me adianta se não forem seus olhos e suas mãos. De que adiantará uma vida inteira se não for para te amar?