terça-feira, 9 de março de 2010

Não queria dizer, pq seria me expor, mas s'eu não digo, guardo tudo o que penso p o meu eu, e acho isso um verdadeiro desperdício! Afinal de contas, são 21 anos de estudos e muitas leituras que me levaram ao cabo de uma gramatica razoável e uma certa coordenação de pensamento que, juntos, até que resultam em alguns textos de certa relevancia, que seja. Na filosofia aprendi, além de muita baboseira antiga, que as palavras, escritas, ditas e ate mesmo pensadas, tem grande pêso na vida de cada ser humano, principalmente aqueles que tem, no mínimo, ideia do que mais de meia dúzia delas junta em uma frase quer dizer. Vira e mexe me recrimino por ficar repetindo certas manias, penso que deva ter algo a ver com aquelas regras gramaticais que aprendemos na escola, nada de repetições, nada de repetições (ainda lembro das minhas provas de portugues totalmente machadas de vermelho) então, além do fato de pensar que cada caso é um caso, que seja, cada pessoa tem uma digital e assim por diante, eu evito, o que podemos chamar de monocromáticoamoroso. Não vou querer mesmo me explicar por essa frase, pulando assim para o que me fez querer escrever, estava lendo umas coisas pela internet a fora e encontrei o que podemos chamar de, ahm, na minha época seria cartinha, mas inventaram o orkut e alguem chamou isso de depoimento, blá blá blá, e eis que se me surge uma repetição incontestavel de palavras! Daí advem meu pensamento de que, sorte a minha, que tive acesso e vontade a tantos livros assim posso alterar algo aqui algo ali e ninguem nunca vai perceber que acabei, no fim das contas, falando a mesma merda o tempo todo, mas o pessoal que não fez lá muita questão de abrir um bocado de folhas e ler não possui a gama de adjetivos e concordancias verbais as quais felizmente tenho. Não é p ter uma conclusão, é só pq eu sei, só isso.