Pensei em começar esse post de várias maneiras, e analisando isso descobri que, em geral, quando preciso explicar alguma coisa parto de um ponto bem loooonge e totalmente desconexo que basicame nunca tem nada a ver com o que realmente viria a falar mas em algum lugar em minha mente se fez parecer importante na explicação, o que aconteceu ontem quando sentei na frente da média e ela perguntou "o q vc tem?" e eu disse "então, meu irmão..." (isso causou uma careta) "...ficou doente no sabado daí ele voltou da praia..." (o semblante de interrogação ainda persistia) "...e ontem o meu pai..." (neste ponto cheguei a conclusão que, por educação, ela escolheu continuar ouvindo) "...também ficou doente..." (então, a cara de tédio surgiu e resolvi pular uma parte da explicação) "... e eu comecei a passar mal de madrugada." ai sim chegamos a um ponto onde poderia se analisar o que sera que eu tinha, e pensando em todos os meus textos desde que comecei a escrever, sempre com bons começos de histórias que terminam na metade, finalmente cheguei a conclusao que sou uma enrolona de primeira que tem preguiça de escrever as proprias histórias, aliás, esse texto era para começar assim.
Outro dia fui informada da incrivel façanha de ter começado falar com um ano e tantos meses, e, desde então, não calei a boca, sei que falo demais, e meu emprego pede que eu falei mais ainda e o saquinho de soro que eu tomei ontem me deu um ânimo tão bom que eu ate bati um papo de duas horas com um advogado la da Bahia, nós dois reclamando da inércia na qual se encontra o judiciário bahiano blá blá blá, aliás, se eu ja odiava funcionario publico, hj em dia, depois de lidar com a Bahia e seus conterraneos, tenho serios propositos em criar um projeto de lei com exoneração coletiva para os funcionarios do poder judiciario que la se estabelecem, que seja, a questão é que a comunicação sempre me pareceu um fator importante na sociedade, mas mesmo assim, a maior parte da humanidade não sabe o valor de um "Bom dia", "Por favor" e "Obrigada."