Minha faculdade nos obrigou a ler "Quem mexeu no meu queijo" como uma forma de incentivar a leitura no âmbito academico. Pois bem, vale a tentativa da entidade mercenária, mas me fazer ler um livro de auto-ajuda é querer demais, esse tipo de leitura só tende a emburrecer o cérebro. Apesar de meu grande desgosto com a escolha do objeto de nosso castigo e respectiva total falta de comprometimento que me levaram a não-leitura da baboseira literária em questão, o pessoal da sala parece mesmo ter gostado das cinquenta folhas de lavagem cerebral. Prestando atenção ao grupo de discussao que tivemos esses dias em aula acerca do enfadado livro pude saber que trata-se de uma parábola sobre ratos em uma eterna busca pelo queijo e algumas lições de moral blá blá blá, o professor que administrou o debate perguntou aos meus amigos (pq eu fiz questao dizer não me dei ao trabalho de tão precária leitura) o que ele haviam compreendido da história, a maioria respondeu que era como se ele fosse o rato em busca do queijo, que por sua vez poderia ser o dinheiro, sonhos, vida melhor, sucesso etc etc O que me deixa intrigada é que ninguem sequer tntou outro tipo de análise, pq ninguem se imaginou o queijo sendo perseguido por um maldito rato? Mais! Todos se compararam a verdadeiros ratos! Que coisa horrível e nojenta!
Como eu digo, para ser burro basta ser adepto do senso comum.
Pior mesmo é que fui obrigada a escrever o que eu pensava sobre o tal do livro, não deixei por menos, até mesmo pq ser crítica literária ainda esta na minha lista de "Possíveis futuras profissões."