segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Certo. Eu tenho várias anotações em papeizinhos na minha bolsa sobre possiveis assuntos a se tratar aqui, mas hoje não quero falar de nada exatamente.

Quando eu era pequena, acho q uns 7, 8 anos, eu gostava do sobrinho da vizinha da minha madrinha, e olha que ele brincava de casinha comigo, naquela época eu ainda devia ser machista, mas enfim, um tempo depois eu começei a gostar de um menino que estudou comigo na segunda série, mas td mundo gostava dele, então, eu passei a odiá-lo, o proximo foi um cara que estudava de manha, mas tinha o mesmo problema, td mundo gostava dele, e então surgiu o primeiro maior de um metro e trinta de altura, o Nilton, alto, loiro, com um sorriso lindo e uma bunda enorme, e ele era do colegial, ainda encontro ele num barzinho que as vezes frequento, a seguir foi o Luiz Gustavo, vizinho da minha vó, mas ja naqueles tempos algo me dizia que ele usava coisas ilícitas, foi a parte da minha vida que eu só conseguia gostar de Luiz Alguma-coisa, depois deste vinha o Luiz Henrique, que tb não deu certo, e depois disso, passei um ano meio que assexuada, os meus 15 anos foram voltados ara livros, vestidos, maquiagem, e festas de quinze anos, ai a enchurrada começou, e por alguma razão eu só arranjava namorados complicados e que por acaso meu pai odiava pofundamente, o que me fez desistir de todos eles, afinal de contas realmente não valiam nada.
Mas enfim, o que importa é que, depois de tanto tempo, eu descobri que não preciso de um homem que me faça completa justamente pq eu sou completa em mim mesma, o que é uma dádiva, ja que não preciso de nenhum macho, a não ser os da minha família (uma imposição genética devo dizer), faço tudo o que quero quando dá na telha. Então quando essa iluminação me veio eu eu parei de procurar, obviamente, pois, pelo visto eu nunca vou encontrar um Edward Cullen ou um Jacob Black, acabei por fim descobrindo um que não é nem tão vampiro, nem tão lobo, mas algo que somando e dividindo por dois dá um ser que além de tudo ainda fala minha língua.
Aquele cara q fala das borboletas, pare de procurar e elas vão te encontrar blá bláblá, não me lembro ao certo o que era, mentira gente! Borboletas são narcizistas, não querem saber de ninguém, joaninhas são mais interessantes.